quinta-feira, 8 de outubro de 2009

BRASÍLA - DF

Todos sabem, eu comecei a minha vida de voador na asa delta, e apesar de estar afastado dessa modalidade eu ainda me mantenho informado sobre os lançamentos e competições pelo mundo.
No site da maior fabricantes de asa delta do mundo, a australiana MOYES, eu achei uma matéria aonde ela considera BRASILIA-DF como um local espetacular, e o melhor GOL DO MUNDO, pois normalmente as provas terminam na esplanada dos ministérios.
Para a MOYES falar uma coisa dessas , deve ser porque o local realmente é fantástico, e desde o meu tempo de asa delta era meu sonho voar lá, e ainda é também no parapente.
Gostaria de saber, porque BRASÍLIA não cedia campeonatos de parapente, já que é um local excelente ?
Confiram algumas lindas fotos do Campeonato Brasileiro de Asa delta em :

http://www.flickr.com/photos/timmerfotos




Piloto Destaque - Leandro Dorta !

Piloto destaque??? Eu?!?!?!?

Bom, ultimamente, tenho aderido à leitura de muitos blogs, sobre variados assuntos. Entre eles, política, economia, culinária, e o tudo mais que possa ser veiculado através dessa nova ferramenta “internetesca”.
Como não poderia deixa de ser, também sou um leitor assíduo dos blogs sobre assuntos de vôo. Dentre eles, o do Henrique (suquim), que com uma maneira extremamente agradável de escrever, nos conta sobre suas viagens e experiências de vôo. O do Kauan, que iniciou há pouco tempo, e está criando sua identidade agora, o do Bigode de SC, e claro o do Ronnie.



Tenho a felicidade de poder dizer que tenho o Ronnie como amigo, então ler seu blog, assim como o dos outros amigos citados anteriormente, além de agradável, me é muito instrutivo, pois tenho pouco mais de 1 ano no mundo do vôo livre.
Uma das “colunas” que eu mais aprecio é a “PILOTO DESTAQUE”, onde já pudemos ver algumas das histórias dos ícones do parapente paranaense como Deonir, Gil, Sr. Márcio, entre tantos outros com belíssimas histórias de vôo.

Notando que o blog estava “meio parado” perguntei ao Ronnie quem seria o próximo a escrever para a coluna, e nesse momento ele disse que seria eu... – Como assim, eu?!?! – Eu sou um mero preá, não tenho records alcançados, não sou inovador na maneira de voar (pra falar a verdade, sou até conservador demais), e minhas histórias de vôo ainda são poucas e ralas. Mas como o Ronnie insistiu, e disse que seria legal ver como a “nova geração” de pilotos têm se interessado e iniciado no esporte, que resolvi escrever.

Bem. Desde garoto sempre gostei de “coisas que voam”. Me lembro que em uma viagem de avião (patrocinada pela empresa que meu pai trabalhava, claro) no longínquo ano de 1983 eu fui conhecer a cabine do comandante da aeronave. Naquela época, o único medo do comandante é que a criança lançasse uma bomba de efeito moral na cabine (vulgo pum...) não havia o medo criado depois dos atentados de 11 de setembro, então o acesso à cabine era “fácil”. A partir desse momento o vírus do vôo entrou em minha corrente sanguinea.



Com 10 anos, conheci os aeromodelos, que custavam os olhos da cara. Um amigo do meu pai tinha em seu apartamento, cerca de 45 modelos, todos funcionais. Aquilo era de encher os olhos de qualquer criança, e naquela situação ele havia me prometido 1 aeromodelo quando completasse 15 anos.
Os anos passaram, a idade veio, o amigo foi morar em outra cidade, e, resultado, eu fiquei sem meu avião.

Batalhei pra caramba, vendi sorvete, fui vidraceiro, estagiário, etc, tudo para guardar uma grana para comprar o meu 1º aeromodelo, fato ocorrido quando já tinha 18 anos.
Fiquei “voando” de aeromodelo até 2007, quando decidi parar de deixar o avião se divertir.

Pensei em construir um ultraleve, do qual tenho a planta, ferramentas, bancada para construção e tudo mais. Quando a ficha caiu que notei que não poderia, pelo menos naquele momento, “brincar” com um brinquedo daqueles.

Mais dia menos dia, minha esposa, que faz Biologia na Faculdade Espírita, me disse que ia ao litoral fazer um trabalho sobre o vôo dos pássaros marinhos. Esse trabalho consistia numa filmagem do vôo dessas aves durante um vôo duplo de parapente.

Eu já conhecia o parapente, mas ela não. Fomos ao litoral, na praia de caiobá, com o colega de classe dela, Sérgio Bambam, que foi quem em deu as primeiras dicas sobre o vôo livre. Subimos o morro do boi, a condição não ficou boa e não deu vôo naquele dia.

Depois desse dia, fiquei inquieto... queria experimentar a sensação de voar num parapente. Então descobri que um outro grande amigo, o Hugo Banha, também era piloto. Pedi a ele algumas referências de instrutores, comecei a garimpar informação na net até que encontrei o Max (clube da cordilheira) e o Marcio (Vento Norte).



Fui falar com os dois, mas como a cordilheira era muito longe da minha casa, e o Max à primeira vista não é dos mais receptivos, optei em fazer o curso com o Marcio e o pessoal da Vento Norte.

Antes de iniciar o curso, fiz um vôo duplo no palha. Fui uma das sensações mais diferentes que tive na vida. O que era aquilo? Estar pendurado à um tecido por um monte de “cordinhas” e se movimentando. Experimentando a sensação de subir, descer, aceleração da gravidade (numa espiral que o Márcio fez... hehehe) etc. Era tudo muito novo e muito intenso. Isso ocorreu no dia 15 de outubro de 2007.
No final de semana seguinte iniciei o curso.

Foi um final de ano bastante intenso e interessante. No ano seguinte, houve o carnavoo 2008 em Tibagi (uma das rampas que eu mais voei – leia-se, preguei, e que mais gosto de voar). Não podia ir passar o feriado lá pois teria visita, mas como o Marcio havia dito que seria meu primeiro vôo, o tempo estava excelente, coloquei a visita dentro do carro e nos mandamos para tibagi num bate e volta, em plena 2ª feira de carnaval à uma da tarde. Resultado... cheguei lá, todo mundo já tinha voado e estavam no pouso fazendo um belo de um churrasco.
Chamei pelo rádio, e o Marcio e Kauan já estavam, digamos, pra lá de Bagdá.... hehehe, mas ainda conseguiam me birutar no pouso. Já passava das 16h, o vento era fraco e eu estava sozinho na rampa. Enquanto me conectava, apareceu outro voador que me ajudou um pouco na decolagem.
Decolei, fiz meu 1º prego, no pouso, lógico, não fui muito elegante e acabei caindo, mas sem maiores complicações. A galera pulou em cima de mim, aos berros de “bolinhoooo”, e até ai tudo bem. Foi quando um dos “melados” sugeriu: - Vamos cumprir a tradição do 1º vôo em Tibagi e jogar o cara no lago. Como estava quente e eu com a adrenalina a mil, disse: - Deixa que eu pulo sozinho... Resultado. Fui jogado no lago, e surgiu uma nova tradição de batismo de vôo que nunca mais foi realizada... hehehe. Tem o vídeo disso aqui http://www.youtube.com/watch?v=CgUuW2cyrt4

Depois disso, no final do ano, em novembro, sai para a minha primeira viagem de vôo. Campeonato sul brasileiro de parapente – Etapa Tangará. Vocês não fazem idéia como uma etapa com o tamanho da etapa de tangará assusta um preá como eu.... Eu nunca tinha visto tantas velas juntas num só lugar. Foi especial. Serviu para me mostrar um caminho que eu nunca havia pensado em trilhar. O da competição em parapente.
Nesse dia, bati meu 1º recorde de Cross Country. 12 km voando de Prymus 2, com direito à carona de volta ao acampamento, vista “privilegiada” do pouso de reserva do Marquinho bombeiro e da corrida do Marcio para ver se estava tudo bem, e graças a Deus estava, café com bolinhos na casa do pessoal local e tudo mais.
Um pouco mais dessa história pode ser vista em http://www.youtube.com/watch?v=M5iTOjBZOYg, e terminou com uma viagem de 300 e poucos km com todos os vidros abertos devido a um problema elétrico no carro....



Bom, depois disso, o ano acabou. 2009 chegou, eu entrei para a FVLP para ajudar a galera interessada em fazer do PR um estado mais representativo no voo livre nacional, estou participando do Campeonato Paranaense desse ano, em 2º lugar na minha categoria (Serial Light), e com um vôo maior que o de tangará como novo Recorde pessoal saindo de rampa de Tibagi – 13,62km. Pena que nesse dia eu queimei o start por 3 minutos. Caso contrário, hoje eu estaria em 1º na minha categoria. Mas tudo bem. Serviu de aprendizado.

E é essa minha história relacionada ao vôo.

Grande abraço a todos

Leandro

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

PARAMAGIA ON LINE !


Com a parceria da empresa de WEB DESIGN do nosso amigo Henrique(Suquinho), a GNH, agora está no ar o site da minha escola de parapente, a Paramagia.
Confiram como ficou em :

http://www.paramagia.com.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

FLIGHT CLUB !

Lanço o desafio aqui no blog, de quem é o melhor no flight club !
Jogue, e coloque o seu melhor resultado aqui nos comentários.
Claro que eu não preciso dizer que não vale trapacear né ?

Esse jogo é muito legal, é um simulador de voo que reproduz um voo de competição, com termicas, nuvens, lifts etc.
O Objetivo é fazer 100km em menos de 100 min.

Qual é o melhor ??

Acesse o link e jogue !
http://www.urban75.org/useless/glider.html

Para jogar, clique em LET'S PLAY THE GAME.



sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Piloto Destaque - Deonir Spancerski

Essa semana tenho o prazer de colocar na coluna Piloto destaque, o meu amigo e grande (não no tamanho) piloto Deonir, ele é o recordista Paranaense com 130 km voados decolando de um morro de 90 m, e com uma vela DHV 2( Sigma 7).
________________________________________
1-Nome e data de nascimento
Deonir Spancerski - 24-03-1965

2-Aonde você mora, e qual o seu principal local de vôo.
Moro em Foz do Iguaçu e vôo na rampa do Espigão em Medianeira - PR

3-Quando começou a voar ?
Sou bem desorganizado quanto ao vôo, por isso não tenho isso registrado, mas acredito que tive o meu primeiro contato com o vôo por volta do ano 2000.

4-Porque começou a voar ?
Minha historia no vôo é talvez engraçado, se não entrarmos no aspecto segurança.
Tenho um grande amigo de infância aqui em foz. Meio maluco, tipo prof. Pardal entende? Faz de tudo para descobrir coisas novas. Segundo relato dele no ano de 1998, acho, teve contato com o vôo e foi fazer um curso com o Max ai em Curitiba.
Tinha me falado nisso diversas vezes, e ficava me tentando para que eu fosse com ele. Falava maravilhas do vôo, mas eu não estava nem ai, a todo momento eu ficava arrumando desculpas para não ir com ele. Mas a pressão dele foi tanta que em um dado momento não tive mais como negar. Acebei tendo que ir com ele na rampa do Picoto, próxima ao espigão. Bom, ai que vem o problema: No final de tarde(não tao final assim), depois de ele ter feito um prego, me pediu: Deonir, o que você achou do meu vôo?, eu respondi: Legal né?, Nisso ele me disse: Vou equipar você, por um radio, etc... e vou por vôo para fazer um vôo,, pode ser? Bom, pensei,, se eu não for vai ser toda essa enrolação de novo, vai ficar enchendo meu saco por meses. Então.... vou sim.. mete bronca...
Bom, não preciso escrever o restante...
Infelizmente não é uma historia adequada para o inicio do vôo, mas tenho certeza que se não tivesse sido assim, até hoje não havia ganho gosto pelo vôo livre.



5-Local que mais gosta de voar ?
Não sei para outros pilotos,, mas nossa lar é nosso lar, fico muito feliz quado consigo fazer um vôo na rampa do Espigão(90 metros), meu local preferido.
6-Qual o local que gostaria de conhecer ?
Aos poucos esta conhecendo os melhores sítios de vôo do nosso Brasil. Tem alguns que ainda não voei, alguns por falta de oportunidade, outros por não estar preparado para a condição. O nordeste é o local que desejo conhecer(e talvez até voar por la), claro que quando eu tiver braço para isso.

7-O que não gosta no vôo ?
Por incrível que pareça o que mais me chateia, apesar do meu histórico de inicio no vôo é o fato de alguns pilotos atropelarem a evolução do seu vôo, de não respeitarem o fluxo normal e seus limites na evolução. Acredito que o tempo é tudo em tudo na vida. Até acredito que existem pilotos que possuem uma facilidade maior no aprendizado, mas num esporte tao radical, só o tempo e a experiencia poderão formar um piloto de verdade e que voe com o minimo de segurança.

8-O que mais gosta no vôo ?
Poderia dizer que gosto de tudo no vôo, menos o relacionado no item anterior. Curto o vôo no seu conjunto todo, acredito que ele começa no dia anterior, a preparação, viajem mesmo que curta as vezes, a liberdade que se tem na rampa, a galera toda, vôo , subir.. subir... (Bah, bom demais....), etc... Mas principalmente poder ao final de cada dia de vôo, voltar para casa para poder encontrar a família.

9-Qual o vôo que mais te marcou ?
Bom, eu poderia dizer que foi o meu record pessoal, mas não foi. Foi um cross que fiz de 42kms que fiz ainda numa faze que mal sabia enroscar em termais(de Medianeira a Toledo). Se não me engano em 2003.

10-Daqui pra frente, o que você espera do vôo ?
Eu espero que o vôo continue sendo o que é hoje para mim. Um escape, uma excelente alternativa para poder me desligar do restante. Um esporte que me traga satisfação, prazer e liberdade. Que eu continue conhecendo novas pessoas fazer novas amizades. Que possamos todos juntos compartilhar informações nas mais diversas áreas(principalmente com respeito ao vôo livro claro).
E, obviamente, que eu possa continuar voando muito. Que a cada dia de vôo eu tenha consciência da minha real capacidade de encarar a condição, e de ter o controle do meu ego caso descubra que eu não esteja preparado para tal.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Piloto Destaque - Rafael de Góes


Voo até o calar da tarde na Cordi

Uma grande satisfação o Ronnie me pedir para escrever para o seu blog. Acompanho-o desde que voava de asa delta e rapidamente transferiu todo a competitividade e talento para o parapente.
Comecei a pouco mais de 10 anos. Em junho de 1999 fiz meu primeiro voo do morro do Pires na região de Curitiba. Deve ser boda de alguma coisa...

Até então, o máximo de voo eram os efêmeros, e as vezes desastrosos, aéreos de skate.

A oportunidade apareceu com um amigo, quase primo, que me levou pra conhecer o barranquinho da tranqueira onde o Maximillian Hochsteiner dava aula. Este amigo, hoje meu sócio, acabou não realizando o curso e eu fui fisgado! :o) Tive o privilégio, as vezes suado, de ser o único aluno na época. Muitas subidas do barranco, muito suor :o)


Murren - Suiça

Entre os voos memoráveis nesses 10 anos, além do primeiro, vem a descida do Pico Paraná (nunca tinha ido lá e acho que ia ter que esconder o paraca no mato pra conseguir voltar caso não desse voo. Lembro de um em Andradas com mais de 5hrs de duraçao enroscando com o sol se pondo e também o meu record pessoal, passando os 100km surfando Cb (esse até hj me dá calafrios de lembrar...)

Outro recente, digno de menção, foi o milésimo vôo (tenho logbook até hj ;o) que decidi por comemorar num duplo com a K numa etapa em Tangará no ano passado. Tínhamos champagne a bordo pra gelar na base, mas foi um prego dolorido :o( O milésimo primeiro, no mesmo dia, foi melhor. Depois de 1h de voo pousamos no oficial e a champagne, quente pois não subimos tão alto assim, acababou fazendo levarmos mais 1h pra chegar no camping do Ney rsrsrs

Um voo especial foi numa prova do Open em Valadares, depois de uma triangulação de uns 60km ainda fazer o gol na Feira da Paz com altura pra mandar uma seção de acro.

Passei um tempo tentando focar mais nisso. Gosto muito da plasticidade do SAT e energia de algumas manobras dinâmicas como espiral assimétrica e um Wing Over bem encaixado. No Ground Spiral a visão a bordo é demais! Mas acho que para evoluir de fato, e com segurança, precisaria de mais dedicação. Na região de Curitiba é mais complicado pois as rampas mais próximas tem pouco desnível e a condição térmica, inclusive pra XC, não é tão frequente como gostaríamos.

Gosto muito de voar em Valadares na temporada que além de uma condição muito clássica é onde se encontra os amigos de várias partes do Brasil e reunem-se voadores de todo o mundo. Voar nos Alpes, o berço do esporte, é um aprendizado longo. São tantos lugares pra voar que posso garantir que de tédio nunca vou morrer :o)))


paraiso pra acro

Dos locais que tenho voado com mais frequência, além do Palha que é o quintal, gosto muito de Tibagi pelo conjunto da obra.

Me agrada muito participar de campeonatos pela possibiliade de passar alguns dias focado, voar junto com amigos e confraternizar tentando entender o que deu certo no dia e o que nem tanto. Ajuda bastante na evolução como piloto. E além disso, é a oportunidade de conhecer um pessoal muito bacana e eclético. Já tive alguns bons resultados, mas tô mais pra música "Terceiro" do Ultraje a Rigor rsrsrs

Mas nem tudo são flores. Já me machuquei bem sério quando enrosquei numa linha de distibuição de energia perto do Morro da Palha. Foi muita sorte ter um excelente primeiro atendimento (VALEU SCHIO!), um bom resgate e uma cirurgia de coluna bem sucedida.

De 2003 a 2006 fui diretor técnico da FVLP (tive o prazer de acompanhar o nascer o Sul Brasileiro junto com o Gil e o Afonso) e ainda hoje tento, sempre que possível, contribuir com o grupo nas minhas horas de voluntariado.

Hoje o voo é uma parte importante da minha vida. Colocar verias decisões acertadas em sequência, conseguir interagir com as foças da natureza, encaixar aquela manobra perfeita (na visão a bordo pelo menos ;o) explorar uma rota diferente, conhecer lugares exoticos de um ponto de vista privilegiado. Isso tudo traz uma satisfação incrível. Até ter de lidar com a decepção de um prego...todas essas situações de certa forma levam a um estado de espírito muito bom.

Estava voando de intermediário bem pesado para aproveitar um voo mais misto (XC/Acro) mas agora estou experimentando novamente voar no peso, com uma vela maior, pra tentar voltar a ter aquela sensação de boiar nas térmicas de fim de tarde depois de algumas horas de condição forte. Não tem preço! :o)


raffa em tibagi

Acho que isso tudo é dificil de passar para leigos mas pra quem lê este blog bem provavelmente sabe bem a que me refiro.

Um grande Abraço e Bons VOOS a TODOS!
raffa

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Adrian Tomas fala sobre os Protos do PWC.



Traduzi um pedaço de um relato de Adrian Tomas, piloto Britanico e auxiliar de Bruce Goldsmith no desenvolvimento da Airwave.
O texto está no paraglidingforum, e ele fala sobre o Proto da Ozone, e a reunião dos fabricantes sobre o futuro do parapente.

Interessantíssimo !!

(desculpem a tradução tabajara e os erros de português)

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Para aqueles que não sabem, os Protos da Ozone do Russ e Charles, estavam voando usando o estilo Gibus de arcos, isso distribui a carga das alças para as talas, e aumentaram elas trocando o rigidfoil por talas de fibra de carbono. As talas de carbono são inseridas dentro de bolsas no bordo de ataque, e formam um arco. O intra dorso é tensionado como uma corda em um arco, e o arco distribui a carga de um perto do intra dorso onde ficam as linhas B de um glider normal. Luc Armant veio com esse desenvolvimento no A, e e colocou onde normalmente teriam os A e B. A parte de trás da vela é completamente normal.
Indo de 3 galerias de linhas, para somente 2 galerias, reduzindo o arrasto, porque o arrasto depende da área frontal das linhas, enquanto força depende da seção cruzada das linhas, então menos linhas grossas, tem menos arrasto e com a mesma força.
Na pratica os protos ozone tem uma grande vantagem em estabilidade passiva (Resistência a colapsos, e habilidade para voar a velocidades bem altas em turbulência) Eles devem ter uma vantagem em planeio, e em subidas também, mas se eles tiveram isso foi difícil de perceber. Todos os pilotos que estiveram no gol na ultima prova, testemunharam as grandes vantagens de Russ e Charles, se afastando do primeiro pelotão para ultrapassar Stefan Wyss, e vencer ele no gol em mais de 1 kilometro no planeio final.
O lado ruim parece ser sobre os comandos, não está claro para mim, mas é por causa que eles tem um curto curso de freio(alto alongamento=corda curta=freio curto combinado com um comando especial para afundamento mínimo). Charles disse que gastou um tempo se acostumando a não usar o freio em todas as turbulências, deixando a vela absorver elas sozinha.

As talas de carbono permanecem na vela quando se dobra, então dobrando ela é mais rápido do que em velas normais. Pesam cerca de 6 kg, é mais leve do que muitas velas de competição. A estrutura não foi testada, com o teste de carga. Russ diz que sentiu as talas se deformando quando ele atingiu 2 ou 3 G numa aspiral, e ele acha que ela provavelmente vai deformar a vela quando atingir 6 G em um teste de carga. Em vôo real tendo uma estrutura que deforma antes de export o piloto a excessivas cargas G, é uma boa coisa, mas me parece crítico saber que essa estrutura não é forte suficiente. Não existe testes teóricos de carga no PWC, mas Russ testou e mostrou que os protos deles facilmente excedem a carga requerida de 8G.

Eu ouvi algumas pessoas sugerindo que os Protos que Luc Armant desenhou são o início da 3º geração de parapentes. (1º geração = linhas em todas as celulas, 2º geração tem perfis diagonais e linhas em “pé de galinha”)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Detalhes Ozone BBHPP

Nessa foto dá pra ver que essa vela tem bem poucos pontos de suspensão, existem até 6 células sem nenhuma ancoragem nelas.
É notável ver que a galeria do "A" é fixada bem afastado do bordo de ataque.
Também é possivel ver que na parte interna das células existe algumas talas.

Rampa de Ivaí



O presidente da FVLP, Fernando Henares (Tomate) foi a Ivaí nesse final de semana realizar uma vistoria na nova rampa , que sediará a etapa do Paranaense em Novembro.
E emitiu um relatório bem legal da situação atual.
Quande der sol, estaremos lá !

domingo, 13 de setembro de 2009

Revolução da Ozone

Aconteceu a Superfinal do PWC na Italia.
È comum as pessoas creditarem as vitórias as velas ou equipamentos usados, pessoalmente não gosto desse tipo de conclusão.
O maior mérito é do piloto, claro que e necessário ter um equipamento competitivo, mas a habilidade do piloto é que deve se destacar.
Mas nesse PWC houve uma clara excessão a isso.
A Ozone ousou e apresentou uma grande novidade que deu certo.
2 protótipos com inovações radicais como somente 2 galerias de linhas (A e B), e estrutura em fibra de carbono.
O resultado foi surpreendente e conquistaram o 1º e 2º lugar na competição mais difícil do mundo, a final do PWC.
Não sei de maiores detalhes e provavelmente estou errado, mas não acredito que essas novidades devam vir para as velas de série, pois uma vela com estrutura interna com fibra de carbono, não deve ser muito duravel, e muito menos ter um preço acessivel... outro fato, é de essa vela só ter A e B, o que eu acredito que deve sobrecarregar muito os pontos de ancoragem, e com o tempo certamente o perfil se deformaria, a exemplo dos Omega 7 que ainda mativeram 4 linhas, pois os prototipos de 3 linhas, se deformaram...

Ou não ???





quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Terra rica no feriadão.

Fomos a Terra Rica tentar fazer alguns bons vôo no feriado de 7 de setembro, mas a fren fria que passou pelo sul, não favoreceu. So deram alguns vôos locais, que renderam alumas boas fotos.





quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Cagada !!

Só podia ser o João mesmo pra fazer isso...

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Alex Hoffer no Palha !

Nessa última semana recebemos o piloto da UP, Alex Hoffer no clube do Palha.
Ele disse que veio ao Brasil a negócios no porto de Paranaguá, pois trabalha com importações na China.
E veio de surpresa aqui no Palha, pra variar não deu voo, mas ele se arrebentou de comer churrasco.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Paramagia-escola de parapente !



Aos poucos estou estruturando a minha escola de vôo, a Paramagia.
Ontem o meu amigo Fernando Henares (Tomate) finalizou a nova logo da escola.
Em breve teremos um site bem legal, que terão as informações sobre o curso.
O grande incentivo para a escola entrar em funcionamento, é o apoio da Sol Paragliders, e agora somos autorizados a representá-la aqui em Curitiba, assim podemos fornecer os melhores equipamentos aos alunos da Paramagia.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Acelere com conforto !

Para os que gostam de acelerar e buscam mais conforto e facilidade, uma boa opção é instalar roldanas.
Trata-se de roldanas náuticas que tem a função de diminuir a força que o piloto faz para manter a vela acelerada.
Como funciona: Se para acelerar uma vela são necessário 30 kg de força, para manter a vela acelerada, o piloto deve manter esses 30 kg de força o tempo todo, e isso não é uma coisa fácil de fazer, ainda mais se o vôo for longo, ou mesmo em uma transição longa. Poucos conseguem manter a vela acelerada durante tanto tempo.
No meu caso, por exemplo, o meu joelho direito não agüenta fazer esse esforço várias vezes no vôo, normalmente quando pouso, meu joelho está inchado e doendo. Apesar de que com a vela nova e a selete nova, esse esforço diminuiu pela metade.
Mas voltando ao assunto, com a roldana o piloto faz os mesmos 30kg de força para acelerar, porém para manter a vela acelerada ele só precisa fazer 10 kg de força e a roldana segura os outros 20kg.
Ou seja a roldana faz essa força para o piloto.
A roldana deixa a corda ir livremente, mas oferece uma boa resistência quando a corda tenta voltar, e com isso o piloto faz muito menos força para manter a vela acelerada.
E para soltar o acelerador, basta tirar o pé, e a catraca desarma imediatamente.
Existem vários modelos no mercado, porém o melhor é o que está sendo utilizado na nova Woody Valley XR5.
O Fabricante é a Ronstan, e o modelo é RF56101.
Basta dar uma pesquisada nos fóruns internacionais, e ver que essa novidade está fazendo sucesso entre os pilotos de competição lá fora.
E eu vejo que ela não serve somente para pilotos de competição, mas também para aqueles que como eu, sofrem para manter uma vela acelerada.
Aqui no Brasil quem vende essas roldanas da Woody Valey, é o Ed, do Rio Grande do Sul, importador oficial da Woody Valley no Brasil.
Quem quiser maiores informações entre em contato com ele no e-mail eknevitz@tca.com.br .

Como dá para ver nas fotos, é muito fácil instalar essas roldanas em qualquer selete.
As minhas já estão a caminho, e meus joelhos agradecem ;-)




segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Susto no Palha !


Nesse final de semana eu passei por um grande susto, estávamos no lift no morro do palha , com uns 15 paracas no ar, lift ralado, e uma zona no ar.
Com o morro a minha esquerda, vi a Leila e o Gordo vindo contra mim, com o morro a direita deles, só que a Leila estava bem afastada do lift e o Gordo ultrapassando a Leila por dentro, eu iria passar com folga entre os dois, pois a leila estava bem afastada.
Nisso o Tomate decolou e deu o 1º bordo para cima do Gordo, logicamente o Gordo desviou, e foi para cima da Leila, fechando o espaço que eu iria passar. A Leila já tinha me visto, mas o Gordo não. Para não colidirmos de frente, eu gritei para ele e fiz uma curva muito forte, e com isso negativei a 50 m da parede do morro.
A vela parou de voar, e deu 2 giros no eixo dela, como se fosse um helicóptero, não atrapalhei muito ela e ela entrou em voo, agora eu estava a uns 10m da parede e uns 60m abaixo da decolagem.
Acabei pousando na encosta do morro mesmo, e dei um tempo para conseguir respirar denovo.
Foi por pouco.....

Não consegui ver nenhum culpado, para mim foi uma série de fatos que resultaram isso, a Leila muito fora do lift, quando deveria estar mais por dentro, o Tomate que decolou em cima do Gordo, o Gordo que não havia me visto indo contra ele, e eu que talvez apertei demais a curva para não bater.

O importante é que estou aqui escrevendo isso agora ;-)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Piloto destaque: Marcio André Lichtnow

Nasci em Videira-SC, mas morava em Monte Carlo-SC, cidade que até hoje não esta no mapa.
Já nesta época me faltavam às asas e como brincadeira pulava de uma encosta onde uma grande madeireira jogava serragem, dava pra voar uns 4m e se enterrar na serragem vestindo uma capa de super homem (nacional kid na época), divertidíssimo.
Márcio e seu filho Kauan, analisando a condição.

Aos 8 anos mudamos para Curitiba, e logo conheci o skate, como custava uma fortuna então olhamos , examinamos e fizemos os nossos a base de madeira, rolamento e pedaços de pneus, funcionou bem, depois ganhei um de verdade , fiquei no skate até meus 12 ou 13 anos , ai veio a bicicleta , altas aventuras peguei gosto por trilhas, então veio a moto e com maior liberdade para viajar conheci o surf , fiquei amarradão todo final de semana ia para praia, com sol, chuva, frio, calor,com onda, sem onda... estava lá eu na água por horas a fio.
Esporte apaixonante, que quando posso pratico até hoje.
O surf me ensinou a respeitar a natureza, a respeitar a minha natureza, a me sentir parte do planeta. Momentos em que você se vê sozinho em meio a grandes ondulações, faz com que você se sinta realmente vivo.
Porém todos os dias lá pelas 11:00h o vento vindo do mar tornava o mar repicado e as ondas desapareciam ou ficavam com uma formação ruim, sempre pensei.....tem que ter alguma coisa pra fazer com esse vento, é muita energia, e foi então que vendo um programa de televisão, apareceu um esquiador sendo rebocado por 4 pipas em forma de asa delta, o que me deu uma grande idéia fazer um paraquedas para me tracionar com a prancha ( há se eu tivesse patenteado a idéia)!!!

Marcio no seu Targa 3 em Tibagi-PR

Olhei, estudei e parti para ação. Comprei tecido de nylon, linhas de nylon, tesoura, giz, réguas etc..., só esqueci um detalhe, eu não sabia costurar. Tive algumas aulas com a bisavó dos meus filhos, que me emprestou a maquina de costura, daquelas movidas a pedal, e dei inicio ao projeto me dedicando algumas horas do dia ao corte e costura;
Certo dia com o mar completamente flat , saímos de Pontal do Sul e passamos em todas as praias procurando ondas, quando chegamos em Caioba, tive uma visão impressionante dois parapentes voando no Morro do Boi. Caraca!!! Galera vamos subir o morro e ver de perto, era o Guilherme Zipin e o Max com quem fiz o curso alguns meses depois, lógico que abandonei meu projeto do paraquedas de nylon e parti com tudo para o parapente, voei muito na praia , era perfeito : surf das 8:00 as 11:00 e vôo o resto do dia, até que conheci uma térmica, ai tudo mudou.
Cara que sensação era aquela, subir 2.500mts e entrar em uma nuvem, poder escalar uma nuvem , pousar em locais desconhecidos, navegar por entre nuvens com visuais altamente privilegiados, poder sentir e compreender como funciona a natureza, sentir a força de uma grande termal, respirar o ar seco e gelado das grandes altitudes.
O surf foi ficando pra traz, meus valores mudaram, o que eu sentia no surf sozinho em meio a grandes ondulações, agora estava multiplicado por mil, na realidade a sensação não é de liberdade e sim de poder, dominar aquela maquina silenciosa em meio a forças invisíveis da natureza que se pudessem ser vistas, seriam montanhas com 12.000mts de altura , vales com milhares de metros de profundidade, e todos movendo-se constantemente, é grandioso, nestes momentos me sinto pequeno em relação a natureza mas gigante por fazer parte dela.
O que eu queria era voar sempre por muito tempo e o mais longe que eu pudesse, ai vieram as viagens e campeonatos, foram muitos.
Comecei a dar instrução como forma de sustentar as viagens, mas logo percebi que o buraco é mais embaixo, dar instrução requer dedicação, conhecimento, paciência, didática, atualização, compromisso e muita responsabilidade, mas foi onde melhor me identifiquei, e resolvi encarar com muita seriedade a profissão de instrutor de vôo, o que me afastou das competições e vôos de cross country, mas é impressionante como consegui quase que substituir a alegria de um ótimo vôo pela satisfação de ver o sorriso no rosto de um aluno depois do seu primeiro vôo, poder proporcionar às pessoas a realização de um sonho é muito gratificante. Encontrei a Nicolle que me abriu os olhos para o profissionalismo da escola e há 3 anos estamos juntos planejando e montando uma escola para um ensino de alta qualidade , transformar o preá em gavião rsrsrsrs.
A vontade de voar não diminuiu não e que venham os campeonatos ( ai Ronnie protege a espinha heheheheh).

Marcio e Nicole fazendo um voo duplo.

O vôo livre nos traz muitas emoções, mas com certeza a maior delas foi bater meu record de distancia de 120 km junto com meu filho Kauan, pousamos juntos.
Quantos pais podem ter este privilégio?
Dividir este momento especial com uma pessoa especial, meu filho a quem agradeço a parceria, o companheirismo e a cumplicidade.
Acho que é isso galera, 32 troféus, muitas histórias para contar, muito aprendizado, evolução e amadurecimento. A cada vôo, a cada aluno que entra na escola, em cada rampa, aprendo um pouco mais sobre o vôo e sobre a vida. São muitas as lições.
É uma satisfação participar do blog deste amigo e talentoso piloto que é o Ronnie, com certeza o seu futuro é na elite do parapente e esta garantido, e a todos os leitores não pilotos não esqueçam, ESCOLA DE VOO LIVRE VENTO NORTE, entre nessa turma aventureira pela porta certa.

Abraços
Marcio André Lichtnow
Piloto desde 1996.
Marcio e Kauan voando juntos.

domingo, 9 de agosto de 2009

Fotos da Panela !

Depois de tres semanas de chuva em Curiitba, domingo deu um voozinho no Palha, e tirei algumas fotos de meus amigos Hugo CB, e Paulo Tarzan.



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Piloto destaque: Rafael Mattos !

Fiquei surpreso quando recebi o convite do Ronnie para participar de sua coluna “Piloto Destaque”. Ainda lembro que a pouco mais de dois anos, quando estava correndo barranco abaixo embalado pelos gritos do Prof. Max – LEVANTA A MÃÃÃÃO! - ouvi falar de um piloto que decolou de Campo Magro e pousou em Paranaguá... aquilo serviu de motivação para correr mais, ao menos naquele dia.Durante anos enquanto freqüentava o Anhangava, avistava parapentes e asas passando próximo as vias de escalada, mas nunca me imaginei ou desejei voar, até então tinha a escalada como meu esporte principal. Dedicava-me e participava ativamente de campeonatos nas antigas academias Ciclo Verde e Jaguati. Em setembro de 2006, recebi como forma de pagamento de uma dívida um parapente, história estranha, mas foi assim mesmo que tudo começou. Sem saber pra quem vender e até mesmo quanto valia aquilo, procurei o Sr. Max, antigo conhecido do Clube Paranaense de Montanhismo, e o perguntei por quanto eu conseguiria vender. Foi aí que ele me convenceu a não negociá-lo, mas sim aprender a voar e usá-lo posteriormente. Formei-me em janeiro de 2007 e logo botei aquele velho SOL - Yaris para voar.Desde então, o voo me proporcionou conhecer novos lugares e redescobrir alguns roteiros antigos, fiz amigos, e me descobri em um novo esporte.Em dezembro de 2008 fiz uma viagem ao Chile exclusiva para treinar e curtir o parapente. Ao retornar iniciei 2009 com o desejo de estar mais ativo. Assim, junto com outros amigos assumimos a FVLP, onde venho cuidando da parte financeira.Este ano, voando com um NIVIUK – Artik (DHV II), estou correndo os campeonatos Paranaense e Sul Brasileiro, ambos em andamento, e venho conseguindo bons resultados, estando em 4° lugar geral no Paraná, e 2° na categoria no Sul Brasileiro.Guardo na memória inúmeros voos que com certeza são inesquecíveis, como a primeira vez que saí da Cordilheira do Santana pro cross, as vezes que nostalgicamente cheguei voando no Anhangava, os voos do deserto do atacama, mas com certeza a maior emoção senti em Terra Rica, na etapa do campeonato paranaense deste ano, quando matei a prova chegando a frente de pilotos que respeito e admiro muito por tudo o que voam e representam para o esporte no Paraná.Para 2010, pretendo correr o Campeonato Brasileiro na integra, e para isso planejo trocar de vela ao final deste ano, deixando agora a intermediária de lado e me aventurando de performance. Espero obter experiência voando ao lado de muitos que até hoje só ouvi falar, e por que não, obter bons resultados!


Tibagi


Geoglifos - Chile


Alto Hospício - Chile



Ihla do Mel

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sul mineiro - Carmo do Rio Claro -MG

Inscrições abertas para o maior campeonato regional do Brasil
Faça a sua em :
Foto: Brett Hazlett